Política

“Direita lunática” se desespera com crescimento de novos nomes conservadores na Paraíba.”

A movimentação de novos nomes dentro da direita conservadora da Paraíba começa a provocar incômodo na ala mais radical ligada ao deputado federal Cabo Gilberto Silva. Pré-candidatos como Eliza Virgínia, Tarcísio Jardim, Caio da Federal e Coronel Sérgio Fonseca vêm ganhando espaço dentro da bolha conservadora no estado, ampliando diálogo e ocupando setores que antes orbitavam exclusivamente o grupo mais ideológico.

Nos bastidores, o crescimento desses nomes já causa desconforto. Integrantes da ala mais extremista, conhecida mais pelo barulho nas redes sociais do que pela apresentação de resultados concretos, voltam a apostar na velha fórmula de tentar minar adversários internos e descredibilizar novas lideranças que surgem no campo conservador.

O problema para esse grupo é que o eleitor paraibano começa a demonstrar cansaço da política baseada apenas em guerra ideológica. Em quase duas horas de entrevista ao podcast “Intrometidas”, Cabo Gilberto pouco conseguiu apresentar sobre volume de recursos destinados a áreas essenciais como segurança pública, saúde, educação e políticas voltadas ao TEA. A entrevista acabou reforçando justamente a principal crítica feita até por conservadores moderados: muita ideologia e pouca entrega prática.

Enquanto isso, novos pré-candidatos conservadores tentam ocupar um espaço mais pragmático, buscando discurso alinhado à direita, mas sem o radicalismo permanente que marcou parte da extrema-direita bolsonarista na Paraíba nos últimos anos.

O que a ala extremista parece esquecer é que uma parcela significativa dos conservadores já não quer mais caminhar ao lado de grupos que vivem apenas de confronto político, lacração e ataques internos, sem apresentar resultados efetivos para a população.

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