A tenente-coronel Viviane comentou, durante participação no programa Nem 8 Nem 80, sobre política, polícia e mudanças sociais. Na entrevista, ela afirmou que não concorda com a ideia de conformismo diante de problemas enfrentados pela sociedade e pelas instituições.
Segundo Viviane, é preciso acreditar na política e no trabalho das instituições públicas para que mudanças aconteçam.
“Quando alguém chega pra mim com descrença na política ou na polícia, eu não aceito isso pra minha vida. Eu acredito na política, acredito na polícia e acredito que a mudança social acontece quando existem pessoas dispostas a lutar, e não a se acomodar”, declarou.
Durante a conversa, a tenente-coronel também relembrou situações vividas em Cabedelo e disse que nunca aceitou tratar ameaças ou dificuldades como algo normal.
“Se eu estivesse há três anos em Cabedelo recebendo ameaça e pensasse: ‘é isso mesmo, sempre foi assim’, eu já teria desistido. Mas eu não aceito isso”, afirmou.
Viviane ainda fez uma comparação com a rotina do filho, que é autista, ao falar sobre persistência e dedicação no processo de evolução pessoal.
“Se eu não tivesse decidido levá-lo todos os dias para a terapia, insistindo diariamente, ele não estaria evoluindo da forma que está hoje. Ele joga futebol, e se eu não o levasse quatro vezes por semana para o futsal, ele também não teria alcançado o desenvolvimento que tem hoje”, disse.
Ao final da fala, Viviane voltou a criticar o conformismo e afirmou que mudanças exigem persistência e atitude.
“Então eu não aceito conformismo. Não aceito a frase ‘sempre foi assim’. Porque mudança exige persistência, coragem e atitude.”

